Hey cara... Aqui será narrada à história do personagem Dinkey, o palhaço. Não se trata de palhaçada e sim da história de vida de uma pessoa, que batalha e vive cada dia de uma vez. Nasceu de um momento de ócio, de surto, de verdade, e vontade de escrever.
Ele se chama Dinkey.
Dinkey o palhaço brincalhão, que faz todos sorrirem pelas ruas da cidade, pelas lojas, bares, eventos, trabalhador mediano e inquieto. Emprego conseguido à custa de muito suor, afinal era uma vaga de cinco para um naquela agência, seu primeiro pontapé para o sucesso.
De palhaçada em palhaçada Dinkey se revirou pelos becos da cidade de Cachoeirinha fazendo muita gente rir, cidade esta de tamanho mediano e de pessoas que precisavam dar boas gargalhadas aos fins de semana.
Acabava o show - boa noite, boa tarde e o palhaço voltava para sua casa, levemente feliz pela felicidade dos outros.
Dinkey medonho ficava triste quando o show acabava se lamentava sem o público a rir de suas palhaçadas, se reprimia e se criticava sem o sorriso banguelo da velha do aniversário.
O caso é ser palhaço por profissão exige um algo a mais que a maioria das pessoas não tem - BOM HUMOR, e infelizmente Dinkey não tinha.
Resmungava, chorava, berrava que nem criança sabe espírito de velho rabugento, internetava, mas não absorvia, apenas olhavam na janela do seu PC os links e anúncios piscando.
Oh palhaço, oh palhaçada, Dinkey era mais uma vítima da sociedade consumista e prepotente e desempregada, naquele lugar chamado Cachoeirinha.
Ele se chama Dinkey.
Dinkey o palhaço brincalhão, que faz todos sorrirem pelas ruas da cidade, pelas lojas, bares, eventos, trabalhador mediano e inquieto. Emprego conseguido à custa de muito suor, afinal era uma vaga de cinco para um naquela agência, seu primeiro pontapé para o sucesso.
De palhaçada em palhaçada Dinkey se revirou pelos becos da cidade de Cachoeirinha fazendo muita gente rir, cidade esta de tamanho mediano e de pessoas que precisavam dar boas gargalhadas aos fins de semana.
Acabava o show - boa noite, boa tarde e o palhaço voltava para sua casa, levemente feliz pela felicidade dos outros.
Dinkey medonho ficava triste quando o show acabava se lamentava sem o público a rir de suas palhaçadas, se reprimia e se criticava sem o sorriso banguelo da velha do aniversário.
O caso é ser palhaço por profissão exige um algo a mais que a maioria das pessoas não tem - BOM HUMOR, e infelizmente Dinkey não tinha.
Resmungava, chorava, berrava que nem criança sabe espírito de velho rabugento, internetava, mas não absorvia, apenas olhavam na janela do seu PC os links e anúncios piscando.
Oh palhaço, oh palhaçada, Dinkey era mais uma vítima da sociedade consumista e prepotente e desempregada, naquele lugar chamado Cachoeirinha.